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Juliana Paes desmente valores milionários de fantasia da Dolce & Gabbana: ‘Maluquice inventada’

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Juliana Paes nega fortuna em fantasia da Dolce & Gabbana e explica parceria inédita no Carnaval

Juliana Paes, a deslumbrante Rainha de Bateria da Viradouro, grande campeã do Carnaval de 2026, marcou presença no Desfile das Campeãs na Sapucaí. Nos bastidores, a estrela conversou com a imprensa e abordou os rumores sobre o valor exorbitante de sua fantasia, uma colaboração com a renomada grife italiana Dolce & Gabbana.

Contrariando as especulações, Juliana Paes foi categórica ao afirmar que os valores divulgados não correspondem à realidade. Ela destacou que a peça não teve um preço definido e que não houve compra ou recebimento financeiro envolvido na colaboração, desmentindo a ideia de que a escola ou ela própria teriam desembolsado quantias milionárias.

A artista descreveu a parceria como um encontro de paixões e inteligências, onde o barracão da escola e a alta-costura da Dolce & Gabbana trocaram conhecimentos e técnicas. Essa troca resultou em uma peça única, que combinou a excelência da confecção italiana com a identidade vibrante do Carnaval brasileiro, conforme revelado pela própria rainha.

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A Origem da Colaboração Inédita

A rainha de bateria detalhou o processo criativo por trás da sua impressionante fantasia. Segundo Juliana, a confecção da peça começou no Rio de Janeiro, a partir de um desenho original de Tarciso Zanoni, carnavalesco da Viradouro. Posteriormente, o projeto foi enviado para Milão, na Itália.

Em Milão, Domenico Dolce, um dos fundadores da Dolce & Gabbana, adicionou seus toques pessoais à criação. Após as contribuições da grife, a fantasia retornou ao Brasil para ser adaptada ao enredo da escola. Um detalhe especial foram as sandálias, confeccionadas por Seu Pedro, um renomado sapateiro de Olaria, conhecido por calçar a maioria das passistas.

Um Encontro de Mundos no Carnaval

A fantasia passou por um processo de readaptação e enriquecimento no barracão. As ferragens e os acabamentos foram feitos localmente, demonstrando a capacidade de adaptação e o talento da equipe da Viradouro. As penas utilizadas na peça, inclusive, eram de reuso, o que reforça a preocupação com a sustentabilidade e a criatividade.

Juliana Paes ressaltou que a colaboração com a Dolce & Gabbana foi um intercâmbio cultural e artístico. A experiência permitiu que o barracão da escola aprendesse sobre as técnicas de alta-costura, enquanto a grife italiana pôde observar e se inspirar no modo particular de bordar e criar do universo do samba.

Desmistificando os Rumores Financeiros

Em suas declarações ao Portal LeoDias, Juliana Paes foi enfática ao desmentir os valores que circularam na mídia. Ela classificou tais cifras como “maluquice inventada”, frisando que a parceria se deu por meio de um trabalho colaborativo, sem transações financeiras diretas envolvendo a compra da fantasia.

A artista reiterou que não houve precificação da peça, nem para ela, nem para a escola. Essa transparência busca esclarecer o público sobre a natureza da colaboração, que foi baseada em troca de expertise e paixão pelo Carnaval, e não em um investimento financeiro vultoso.

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